Amo fortaleza
Se você não conhece a cidade de fortaleza, você não sabe o que estar perdendo. 
Escrito por geo às 11:28:52
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| Por que Jesus morreu? |
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1 Coríntios 11.17-34
Várias respostas são dadas a esse questionamento: - Jesus morreu para dar exemplo aos judeus de como deveriam se comportar frente ao Império Romano – ou seja, a morte de Jesus foi a consumação de um mero exemplo de vida abnegada, altruísta e eticamente correta aos olhos da sociedade; - Jesus morreu para derrotar o diabo. Com Sua morte, Ele desceu ao inferno, enfrentou o diabo, o derrotou e tomou de suas mãos as vidas das pessoas; - Jesus morreu apenas para pagar os pecados dos homens. Como o homem pecou e o salário do pecado é a morte, o homem deveria morrer eternamente. Entretanto, Jesus subiu à cruz e tomou sobre si o salário que deveria recair sobre o homem, a saber, a morte.
Entretanto, olhando para o texto que fala sobre a ceia, percebemos que Jesus morreu por um motivo ainda mais sublime, muito além de apenas destruir o poder do diabo sobre as pessoas ou sofrer em si mesmo a condenação do pecado do homem. Sobretudo, Jesus morreu para formar um povo que verdadeiramente viva em unidade. Jesus morreu porque os homens estavam divididos, presos aos seus próprios egoísmos e buscando os seus interesses individuais. Então, para formar um povo diferente e que viva em real unidade, Jesus entregou Sua vida.
Esse é o argumento exposto por Paulo em I Coríntios 11.17-34. Nesse texto, ao falar da Ceia do Senhor, Paulo a coloca dentro do contexto da unidade. A Ceia foi instituída para que, dentre outras coisas, as pessoas se lembrassem de que Jesus morreu por elas para que juntas fossem um só povo; para que, de todos os povos e gentes, nações e etnias, línguas e costumes, um único povo que ande em unidade fosse formado.
Mas qual é o contexto da passagem acima citada? O que estava acontecendo para que Paulo escrevesse esse texto?
Segundo Paulo (v.17), as reuniões e cultos dos coríntios não estavam sendo nada proveitosas. Eles não se ajuntavam para aquilo que era útil, mas sim para o que era inútil. Elas não edificavam, mas sim, destruíam. Ao invés de trazerem bênção, as reuniões estavam trazendo maldição sobre as pessoas que participavam. Logo em seguida (v.18), Paulo apresenta o motivo pelo qual aquelas reuniões não edificavam. O problema girava primeiramente em torno das divisões que existiam dentro da igreja (I Co 1.10-12). Segundo Paulo, aquela existência de partidos e de opiniões diversas, em última análise, era boa porque no meio daquelas contendas e rixas ficava evidenciado quem de fato pertencia a Deus, e quem não pertencia; quem era aprovado e quem não era.
Aprovado (Dokimos) = Aquele que passa pelo teste de fogo e é aprovado.
Depois de apresentar o motivo primeiro pelo qual aquelas reuniões não eram abençoadas, e também depois de uma breve reflexão sobre os aprovados, Paulo se volta para o motivo específico pelo qual aqueles ajuntamentos não eram para melhor, e então ele fala da ceia do Senhor (v.20). Ele diz que as pessoas que estavam ali se reunindo imaginavam que iriam participar da ceia do Senhor. De fato, os elementos da ceia até mesmo se achavam presentes, o pão e o vinho. Contudo, apesar de toda aquela preparação, de maneira alguma, afirmava Paulo, as pessoas se reuniam para a ceia do Senhor – aquela ceia não pertencia a Jesus (v.21).
Naquele tempo, como revela o texto de Judas 12 e também testemunham os pais da igreja, a ceia do Senhor acontecia em meio a uma festa em que cada um dos participantes levava comida. Nessas refeições comuns, os ricos a traziam e a compartilhavam com os pobres, assentando-se com eles em uma mesa comum. Contudo, tudo indica que essa festa começou a sofrer corrupção. Os ricos já não mais esperavam pelos mais pobres, que por serem em sua maioria escravos, não tinham como chegar antecipadamente, e comiam toda a refeição que traziam. Como se isso não bastasse, os ricos bebiam em demasiado até a embriaguez, enquanto os pobres passavam fome. Isso era uma evidente demonstração de egoísmo e soberba – as pessoas disputavam para verificar quem era melhor, mais rico ou mais “abençoado”.
Hoje vemos em muitas igrejas atitudes semelhantes: desfiles de moda – as roupas mais caras, as jóias mais sofisticadas; “concurso” de carros; e ainda qualquer tipo de ostentação que venha a gerar comparação e divisão. Isso gera ressentimentos, mágoas, discórdias e disputas. Paulo, então (v.22), os repreende e afirma que não os louvava nisso. Eles estavam acertando em algumas coisas (I Co 11.2), mas erravam ao proceder para a ceia. Depois (vv 23-26), Paulo explica por que Cristo morreu (a conjugação dos verbos e os pronomes estão no plural).
É impossível tomar a ceia sozinho; a ceia é um momento para a igreja. Podemos fazer muitas coisas sozinhos: orar, ler a Bíblia e jejuar. Mas a ceia anuncia a finalidade da morte de Jesus (Ef 2.11-16). Finalmente, Paulo compartilha conosco vários alertas: (vv 27-32) Indignamente réu – tornar-se culpado de derramar o sangue de Cristo. Isso significa colocar-se não do lado dos que estão participando dos benefícios da paixão, e, sim, ao lado dos que foram culpados por sua crucificação; (v.29) O Julgamento; (v. 30) O castigo.
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Escrito por geo às 10:46:59
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A arte é uma das coisas mais maravilhosas que o homen já fez. É a forma de manifestação mais expressiva que temos para demonstrar o que estamos sentindo, pensando ou o que queremos ser. Com certeza é uma forma que Deus usa para se manisfestar no nosso meio. A arte como tudo, foi uma criação do nosso para o seu louvor. Vamos usar isso para o que realmente foi feito.
Escrito por geo às 10:41:05
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Uma vida
Sou um cara normal. Gosto de coisas normais, de pessoas normais. Isso pode parecer normal, ou até monotono, mas é uma opção de vida válida. você pode ser uma pessoa que não se enquadre no estilo inposto pela sociedade, ou então, por aqueles que estão perto de você. Você pode achar chato ser do jeito que a mamãe e o papai querem,´´isso é careta`` você pode dizer , e é careta mesmo niguém pode negar mas é o estilo que eles querem que você viva. Essa nóia toda é p´ra dizer que cada um escolhe o estilo de vida que quer viver. un são gótocos, outros são sertanejos, outros já são idiotas. Cada pessoa tem o direito de ser o que quiser. Somos dotados de livre abítrio, Deus nos dar o direito de escolha, por isso vamos escolher bem o nosso estilo de vida sabendo viver bem e consciente de tudo o que queremos e respondendo por todos os nossos atos.
Escrito por geo às 11:51:24
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Por que eu existo?

Eclesiastes 1.16-18
Com certeza muitos de nós já paramos para pensar na finalidade da vida. Entretanto, ainda que você nunca tenhamos analisado esse assunto como filósofos, vivemos de acordo com certas formas de pensamento e nossas atitudes revelam qual é a filosofia que seguimos. Sendo assim, nossas atitudes mostram qual é o nosso pensamento sobre a finalidade da vida.
Por exemplo, se alguém concentra todos os seus esforços nos estudos e tem a meta de alcançar graus cada vez maiores dentro da academia, então a sua filosofia diz que o estudo é a finalidade da sua vida. O mesmo podemos dizer sobre pessoas que se dedicam dessa forma ao trabalho, ao prazer ou às riquezas. Ainda que essas pessoas digam que a finalidade de suas vidas é “conhecer a Deus e se alegrar dEle”, são as suas atitudes que vão revelar se essa finalidade é verdadeira.
Essas são as perguntas que o livro de Eclesiastes busca responder. E ele as responde não teoricamente, mas a partir de experiências. Em cada etapa da vida, ele busca viver de uma maneira e tenta se concentrar em um aspecto da vida, verificando se aquele deve ser o seu objetivo último ou se aquela maneira de viver irá lhe trazer algum proveito ou vantagem.
Eclesiastes 1.16-18 – ele estabelece como finalidade da vida a busca pelo conhecimento, e busca saber o que é a sabedoria, o que é a loucura e o que é a estultícia.
- Sabedoria (acadêmica): saber muitas coisas sobre tudo o que existe: guerra, paz, política, economia, agricultura, veículos, armas, medicina; - Loucura: o agir daquele que está internado em clínicas psiquiátricas, comportamentos anormais; - Estultícia: imprudência, inconseqüência em ações, egoísmo, escassez moral e espiritual.
Ao final, ele reconhece que a busca pelo conhecimento não traz proveito. Antes, se alguém tem como finalidade da vida o conhecimento, esse corre atrás do vento, vivendo uma vida fútil e totalmente nula.
Eclasiastes 2.1-10 – ele estabelece como finalidade da vida a busca pelo prazer, e decidiu não se negar de coisa alguma que os seus olhos desejassem. Ele se entregou ao vinho (v.3) como fonte de prazer, além de bebidas, drogas e tudo o mais que pode afetar o sistema nervoso. Ele se entregou ainda ao trabalho (vv.4-6), à busca por riquezas (vv.7-8a) e à satisfação dos sentidos (vv.8b) como fontes de prazer. No entanto, no versículo 11 ele conclui que a busca pelo prazer é perda de tempo, é coisa fútil e absurda.
Se alguém dedicar a sua vida para encontrar essas coisas vai encontrar uma vida vazia, e que no final vai levar somente ao desespero. Nada disso consegue trazer sustentação ou esperança à vida.
No decorrer do livro de Eclesiastes o autor reflete sobre o aprendizado com as experiências, compartilhando conosco conclusões imediatas ao tempo de reflexão. Ao final, ele diz:
Eclesiastes 12.1 – “Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos em que dirás: Não tenho prazer neles”.
Lembrar significa não apenas uma ação mental, mas também implica em agir em concordância com o pensamento. A finalidade da vida é, portanto, pensar em Deus, estabelece-lo como o alvo da vida e agir para alcançar esse alvo. Enquanto todas as demais buscas resultam em nada, essa busca prepara a pessoa para encontrar-se definitivamente com Deus (Ec 12.7,14).
Escrito por geo às 08:25:47
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A alegria da colheita
Ao preparar o solo, plantar a semente, proteger o broto e aguardar o crescimento, temos como objetivo específico obter uma grande colheita. Cristãos preocupados com a lavoura estão dispostos a investir tempo, esforço e energia em semear e regar a semente do evangelho. Oramos com fervor para que essa semente traga nova vida espiritual. Com freqüência, esse processo é longo e difícil, e como resultado corremos o risco de cansar e desfalecer. Mas Deus é fiel. E quando a colheita finalmente chega, há uma alegria grande e duradoura. Tem sido meu privilégio testemunhar algumas mudanças significativas de vida. Tenho visto crentes frustrados e atrofiados se tornarem vivos e ativos espiritualmente. Já observei novos convertidos confusos e cautelosos crescerem e se tornarem seguros da sua salvação. Descobri que a alegria da colheita é a maior e a melhor das alegrias. Mas uma colheita abundante começa com cada um de nós. A Bíblia nos lembra do princípio de "plantar e colher" que tendemos a receber o que damos. Se semearmos más ações, certamente colheremos maus resultados. Mas se semearmos virtudes cristãs em nossas próprias vidas, teremos uma colheita de justiça. Vamos produzir bons frutos para que possamos compartilhar bons frutos com os outros. Isto trará alegria.
Pense: Os anjos celebram nos céus quando um pecador se arrepende aqui na terra.
Leia: Gálatas 6.1-10
Ore: Jesus, ajuda-nos a sermos jardineiros eficientes arrancando o mato e plantando sementes. Que possamos, pela tua graça, ver mudanças em nós mesmos e naqueles ao nosso redor. Amém.
Escrito por geo às 08:58:52
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A arte da música
''A música é uma arte e fico feliz de estar dentro dela.''
Escrito por geo às 08:52:44
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